Preciso trocar os sistemas que já uso?
Não. A automação entra em volta do que já existe: ela lê a planilha, o e-mail e o sistema que a sua equipe usa hoje. Trocar de ferramenta é um projeto à parte, e raramente é o que estava travando a rotina.
E se a planilha mudar de formato?
A automação confere a estrutura antes de processar. Se a coluna sumiu ou o formato mudou, ela para e avisa, em vez de gravar dado errado em cima do certo. Corrigir um aviso custa muito menos que descobrir a divergência no fechamento.
Isso substitui a minha equipe?
Não. Substitui a parte do dia que ninguém queria fazer: copiar, conferir linha por linha e montar o mesmo arquivo toda semana. O que exige julgamento, negociação ou exceção continua com quem sabe decidir.
Quanto tempo leva para entrar no ar?
Depende do escopo, mas a implantação acontece por etapas. Começa pela rotina mais crítica, entra em operação e cresce a partir do que a execução real mostra — em vez de tentar prever tudo antes de começar.
Como eu sei que está funcionando?
Cada execução deixa registro do que leu, do que fez e do que gerou, e qualquer coisa fora do previsto vira aviso. Você não precisa confiar: dá para conferir.