Entende o que foi pedido
Não é menu de opções. A pessoa escreve do jeito dela e o chatbot compreende a intenção, mesmo com erro de digitação ou áudio transcrito.
Automatize o atendimento no WhatsApp, site e Instagram com um chatbot com inteligência artificial que responde dúvidas, consulta os seus sistemas e transfere a conversa para a sua equipe quando necessário.
“oi, bom dia, é o Rafael... preciso remarcar minha consulta de quinta pra sexta de manhã, se tiver horário”
15:04Bom dia, Rafael! Sexta tem 9h20 e 10h40 livres. Qual fica melhor?
15:049h20 tá ótimo
15:05 ✓✓Fechado. Para qual e-mail eu mando a confirmação?
15:05rafael.m@gmail.com
15:06 ✓✓Remarcado para sexta às 9h20. Confirmação enviada para rafael.m@gmail.com.
15:06Não é menu de opções. A pessoa escreve do jeito dela e o chatbot compreende a intenção, mesmo com erro de digitação ou áudio transcrito.
Responde a partir do que foi definido com você e, quando o assunto exige dado atualizado, consulta o seu sistema na hora da conversa.
O que dá para concluir, ele conclui. O que exige julgamento, negociação ou exceção vai para a sua equipe com o histórico junto.
Cada conversa fica gravada e organizada: dá para ver o que mais perguntam, onde o atendimento trava e o que vale automatizar em seguida.
Aprende com os seus materiais, o seu catálogo e as suas regras. Fala do seu jeito, não com texto genérico de fabricante.
WhatsApp, site e Instagram no mesmo fluxo, no número que a sua empresa já usa. Se outro canal abre integração, dá para avaliar — o que muda é a porta, não o cérebro.
Quando a pergunta sai do que foi definido, ele assume que não sabe e encaminha. Chute em atendimento custa cliente.
A transferência é limpa: a pessoa que assume vê a conversa inteira e continua no mesmo canal, sem pedir para o cliente repetir nada.
Volume de conversas, assuntos que mais se repetem, horários de pico e o que ficou sem resposta — em painel, não em achismo.
Começa pelo conjunto de perguntas que mais aparece e ganha novas frentes a partir do que as conversas reais mostram.
Se a sua dúvida não estiver aqui, use o formulário e conte brevemente sobre o cenário.
Não. Ele assume as perguntas que se repetem todos os dias e devolve a conversa para uma pessoa assim que o assunto exige julgamento, negociação ou exceção. A equipe deixa de responder o que é sempre igual e passa a entrar onde faz diferença.
Sim. O atendimento continua acontecendo no mesmo número, e a sua equipe segue enxergando e assumindo as conversas quando quiser — o chatbot não toma o canal para si.
Quando o sistema abre uma API, sim. É isso que separa um robô de respostas prontas de um atendimento de verdade: em vez de texto genérico, ele consulta pedido, status, agenda ou cadastro na hora da conversa. Se a sua ferramenta não abre integração, dá para avaliar outros caminhos.
Depende do escopo, mas a implantação acontece por etapas. Começa pelo conjunto de perguntas que mais se repete, entra em operação e cresce a partir do que as conversas reais mostram — em vez de tentar prever tudo antes de começar.
Ele não inventa. Quando a pergunta sai do que foi definido, assume que não tem a resposta e encaminha para uma pessoa, com o histórico da conversa junto. Chute em atendimento custa cliente, e o desenho parte disso.
É a integração que separa um robô de respostas prontas de um atendimento que consulta pedido, prazo e cadastro na hora.
Ver a páginaO chatbot responde a quem escreveu. O agente age sozinho — por horário, por e-mail recebido ou por registro que mudou.
Ver a páginaConte como o seu atendimento funciona hoje — onde chega a demanda, o que mais perguntam e o que trava. A partir daí desenhamos o chatbot em cima da sua operação, não de um modelo pronto.
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